domingo, 30 de maio de 2010

Histórias com ratos...

Projecto - Baú dos livros
No nosso Baú existem vários livros em que os personagens centrais são ratinhos.

 

Depois de leres estas histórias, podes fazer o teu próprio ratinho.
Vê como é fácil. E que bonitos que ficaram.

Vais necessitar de um cone de cartolina, para o corpo do rato, dois circulos de cartolina para as orelhas e um circulo para prender o rabo do rato, lã para o rabo e bigodes e duas bolinhas ou botões para os olhos.
Mãos ao trabalho e diverte-te.

Prevencão dos incêndios florestais


Prevenção dos incêndios florestais


A proteção da floresta começa por nós.

Na nossa escola estiveram um Bombeiro e um Agente da Guarda Nacional Republicana, que nos explicaram, como prevenir os incêndios florestais e qual é a importância das florestas para o ser humano e para o equilíbrio do nosso Planeta.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Decalque - Descobrindo texturas

Decalque utilizando folhas e pequenos ramos de árvore



Cola a tua composição no tampo da mesa com fita-cola

Coloca a folha de papel em cima da composição e passa o lápis de cera em toda a superficie.


Podes útilizar várias cores e descobrir texturas diferentes para decalcar.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O Sistema Solar


Finalmente temos o nosso Sistema Solar concluido.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Adivinha, adivinha se és capaz

Qual é a coisa
 qual é ela
que tem dentes
 e não come?


Solução: etneP

Qual é a coisa
qual é ela
que mal entra em casa
se põe logo à janela?

Solução: oãtoB

Qual é a coisa
qual é ela
tem dentes e não come
tem barbas e não é homem?

Solução: olhA

Qual é a coisa
 qual é ela
que quanto mais se afia
Mais pequeno é?

Solução: sipàL 


domingo, 23 de maio de 2010

Um dia diferente no Jardim-de-Infância do Canal

No Jardim-de-Infância do Canal tivemos a oportunidade de:
Cantar e ouvir música, descobrir jogos de movimento e dançar. pintar a cara e ver uma Peça de Teatro "Papões".Tudo isto com muitos amigos e alegria.
Aqui fica o nosso OBRIGADO  aos meninos e Educadora do Canal, foi um excelente dia.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O Flautista de Hamelin - Irmãos Grimm

O Flautista de Hamelin



Há muito, muitíssimo tempo, na próspera cidade de Hamelin, aconteceu algo muito estranho: uma manhã, quando seus gordos e satisfeitos habitantes saíram de suas casas, encontraram as ruas invadidas por milhares de ratos que iam devorando, insaciáveis, os grãos dos celeiros e a comida de suas bem providas despensas.
Ninguém conseguia imaginar a causa de tal invasão e, o que era pior, ninguém sabia o que fazer para acabar com tão inquietante praga.
Por mais que tentassem exterminá-los, ou ao menos afugentá-los, parecia ao contrário que mais e mais ratos apareciam na cidade. Tal era a quantidade de ratos que, dia após dia, começaram a esvaziar as ruas e as casas, e até mesmo os gatos fugiram assustados.
Ante a gravidade da situação, os homens importantes da cidade, vendo perigar suas riquezas pela voracidade dos ratos, convocaram o conselho e disseram: Daremos cem moedas de ouro a quem nos livrar dos ratos.
Pouco depois se apresentou a eles um flautista taciturno, alto e desengonçado, a quem ninguém havia visto antes, e lhes disse: "A recompensa será minha. Esta noite não haverá um só rato em Hamelin".
Dito isso, começou a andar pelas ruas e, enquanto passeava, tocava com sua flauta uma melodia maravilhosa, que encantava aos ratos, que iam saindo de seus esconderijos e seguiam hipnotizados os passos do flautista que tocava incessantemente.
E assim ia caminhando e tocando, levou-os a um lugar muito distante, tanto que nem sequer se poderia ver as muralhas da cidade.
Por aquele lugar passava um caudaloso rio onde, ao tentar cruzar para seguir o flautista, todos os ratos morreram afogados.
Os hamelineses, ao se verem livres das vorazes tropas de ratos, respiraram aliviados. E, tranquilos e satisfeitos, voltaram aos seus prósperos negócios e tão contente estavam que organizaram uma grande festa para celebrar o final feliz, comendo excelentes manjares e dançando até altas horas da noite.
Na manhã seguinte, o flautista se apresentou ante o Conselho e reclamou aos importantes da cidade as cem moedas de ouro prometidas como recompensa. Porém esses, liberados de seu problema e cegos por sua avareza, reclamaram: “Saia de nossa cidade! Ou acaso acreditas que te pagaremos tanto ouro por tão pouca coisa como tocar a flauta?".
E, dito isso, os honrados homens do Conselho de Hamelin deram-lhe as costas dando grandes gargalhadas.
Furioso pela avareza e ingratidão dos hamelineses, o flautista, da mesma forma que fizera no dia anterior, tocou uma doce melodia uma e outra vez, insistentemente.
Porem esta vez não eram os ratos que o seguiam, e sim as crianças da cidade que, arrebatadas por aquele som maravilhoso, iam atrás dos passos do estranho músico. De mãos dadas e sorridentes, formavam uma grande fileira, surda aos pedidos e gritos de seus pais que, em vão, entre soluços de desespero, tentavam impedir que seguissem o flautista.
Nada conseguiram e o flautista os levou longe, muito longe, tão longe que ninguém poderia supor onde, e as crianças, como os ratos, nunca mais voltaram.
E na cidade só ficaram a seus opulentos habitantes e seus bem repletos celeiros e bem cheias despensas, protegidas por suas sólidas muralhas e um imenso manto de silêncio e tristeza.
E foi isso que se sucedeu há muitos, muitos anos, na deserta e vazia cidade de Hamelin, onde, por mais que se procure, nunca se encontra nem um rato, nem uma criança.

O Flautista de Hamelin - Irmãos Grimm